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21 maio

A importância da mamografia no diagnóstico do câncer de mama

 

O câncer de mama é o segundo tipo de câncer que mais mata mulheres no mundo: são cerca de 25% de casos novos todos os anos. No Brasil, esse percentual é ainda maior: 29%. A American Cancer Society, no entanto, chama a atenção para uma média ainda mais assustadora: uma em cada 8 mulheres que viverem até os 75 anos terão o diagnóstico de câncer de mama na vida. A preocupação, portanto, não é algo a ser deixado para depois

Basicamente, a doença é causada pela multiplicação desordenada de células da mama. Muitos são os fatores que podem levar a ela, mas a existência de casos na família é um dos mais preponderantes. Outros, como a idade e o estilo de vida sedentário, o cigarro e a ingestão de bebidas alcoólicas também podem colaborar para a formação dos nódulos.

Apesar desse alto índice, as chances de cura podem chegar a 90% dos casos. Mas, para isso, é preciso que a doença seja detectada o mais precocemente possível. Afinal, quanto mais cedo, maior também são as possibilidades de cura e, claro, mais simples será o tratamento. E a maneira mais eficiente de fazer isso é com o exame de toque, que a mulher pode fazer no próprio banho, e também com os exames de rotina. O mais importante deles é a mamografia, pois é o procedimento que consegue detectar o câncer de mama ainda na fase inicial. 

A mamografia identifica eventuais lesões nos tecidos da mama antes mesmo da mulher perceber algum sintoma mais evidente, como dor ou a liberação de líquido pelo mamilo, por exemplo. 

A importância da mamografia para prevenir o câncer de mama

A mamografia é um exame de imagem que possui um formato diferenciado que leva em conta a anatomia das mamas. Assim, ao capturar imagens internas do seio da mulher de forma não invasiva, ele consegue identificar a presença de algum nódulo ou de algo que possa estar fora do normal. Trata-se, atualmente, do melhor procedimento de detecção do câncer de mama de forma precoce.

A mamografia, no entanto, não deve ser uma prioridade só quando a doença já é uma suspeita. O ideal é que ele seja incluído na rotina da mulher assim que ela completar 50 anos. Nesta idade, o exame deve ser feito a cada dois anos. Já aquelas que possuem a doença no histórico familiar, o procedimento deve se dar a partir dos 35 anos. 

Embora o diagnóstico precoce seja a principal forma de aumentar as chances de cura do câncer de mama, muitas mulheres ainda não têm o hábito de fazer o autoexame, nem de realizar exames de rotina, como a mamografia, por exemplo. O medo do exame é o principal motivo para isso.

Tipos de equipamentos de mamografia: o modelo digital

A Imex acaba de lançar ao mercado seu Mamógrafo Digital modelo Precision, um aparelho de mamografia digital que está muito à frente das versões analógicas. Ele oferece, por exemplo, uma qualidade de imagem superior auxiliando desta forma no diagnóstico cada vez mais precoce, aumentando assim a chance de cura. 

Em geral, o equipamento leva menos de cinco segundos para capturar as imagens que precisa para o diagnóstico. Assim, por ser mais rápido e eficiente, o equipamento consegue reduzir muito o tempo em que as pacientes ficam expostas. 

Como é possível perceber, o desenvolvimento da tecnologia e os avanços da medicina já permitem que as altas taxas de cura para o câncer de mama sejam uma realidade na vida de muitas mulheres. Para isso, no entanto, o diagnóstico precoce é indispensável e precisa fazer parte da rotina da mulher. 

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