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29 jul

Câncer de mama: 3 exames para o diagnóstico precoce

 

Uma em cada 8 mulheres que viverem até os 75 anos terão câncer de mama. Essa conjectura assustadora, feita pela American Cancer Society, tem razão de ser. Afinal, o câncer de mama é o segundo tipo de câncer que mais mata mulheres no mundo: são cerca de 25% de casos novos todos os anos. No Brasil, esse percentual é ainda maior: 29%, o que fez com que o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estimasse 66,2 mil novos casos por ano até 2022 só no país. 

Esses números não deixam dúvida: o câncer de mama não é algo a ser deixado para depois. Principalmente por se tratar de uma doença com alta probabilidade de cura se for detectada de forma precoce.

Neste post, conheça a importância do diagnóstico precoce e os exames mais comuns que ajudam a identificar a doença.

Entenda o câncer de mama

O câncer de mama é causado pela multiplicação desordenada de células da mama. Muitos são os fatores que podem levar a esse aumento celular, mas a existência de outros casos na família é um dos mais preponderantes. Outros, como a idade, o cigarro, a ingestão de bebidas alcoólicas e o estilo de vida sedentário também podem colaborar para a formação dos nódulos.

Apesar disso, o câncer de mama possui alto índice de cura: pode chegar a 90% dos casos. As chances aumentam na mesma proporção da identificação precoce: quanto mais cedo a doença for diagnosticada, menor serão as chances dela se desenvolver e maior será a probabilidade de cura.

Como detectar o câncer de mama precocemente 

O diagnóstico do câncer de mama pode ser feito por diferentes exames. Todos, portanto, possuem plenas condições de fazer a identificação precoce.

Conheça três exames fundamentais para fazer o diagnóstico precoce e preciso da doença. 

  1. Exame físico

O exame físico, ou autoexame de toque, é o primeiro passo para prevenir o desenvolvimento do câncer de mama e detectar a doença precocemente. Estima-se que 80% dos tumores de mama são descobertos em casa, pelas próprias mulheres.

A técnica envolve a palpação da mama para identificar a presença de nódulos e outras alterações. No entanto, não costuma ser um exame muito preciso. Ainda assim, é um importante passo para levar aos próximos procedimentos.

  1. Mamografia

A mamografia é um exame de imagem que costuma ser solicitado assim que o médico detecta um nódulo ou algo que possa estar fora do normal na mama da paciente. O aparelho possui formato específico para esta finalidade: ele leva em conta a anatomia das mamas para capturar imagens internas do seio da mulher. Trata-se, atualmente, do melhor procedimento de detecção precoce e não invasiva do câncer de mama.

A mamografia, no entanto, não deve ser uma prioridade só quando a doença já é uma suspeita. O ideal é que o exame seja incluído na lista de exames de rotina assim que a mulher completar 50 anos. Nesta idade, o exame deve ser feito a cada dois anos. Já aquelas que possuem a doença no histórico familiar, o procedimento deve se dar a partir dos 35 anos. 

O mamógrafo pode ser analógico (os mais comuns), mas também digital, um modelo mais moderno e à frente dos demais, oferecendo, por exemplo, uma qualidade de imagem superior além de auxiliar na agilidade de todo processo do exame de mamografia oferecendo maior acuracidade e precisão diagnóstica. A Imex Medical Group, maior empresa nacional no segmento de equipamentos e serviços de diagnóstico por imagem, lançou recentemente o modelo Precision, mamógrafo digital de alta eficiência atendendo às necessidades do mercado brasileiro.

  1. Biópsia de mama

A biópsia de mama permite uma análise mais detalhada das alterações apontadas pela mamografia. Diferente do mamógrafo, a biópsia de mama é um procedimento invasivo. Trata-se de uma punção que atravessa a pele e retira fragmentos de tecido do interior da mama e os envia para um estudo anatomopatológico. Os resultados podem indicar desde lesões benignas até a presença de células cancerígenas ou tumorais. 

A biópsia da mama costuma ser realizada por diferentes métodos. O mais comum é o core biópsia: ele insere na mama uma agulha acoplada a uma pistola automática que retira as amostras necessárias. O outro, biópsia de mama a vácuo (ou mamotomia), é resultado da evolução da tecnologia. 

As duas versões funcionam da mesma maneira, com a diferença de que a mamotomia utiliza uma agulha de calibre mais grosso e acoplada a um dispositivo a vácuo que aspira as amostras da mama. Isso permite o acesso a substâncias de pequenas dimensões e também a lesões próximas ao músculo peitoral. Assim, uma única introdução já é suficiente para retirar uma quantidade maior de fragmentos, quase o dobro do core biópsia. A coleta é mais rápida e menos dolorida e a anestesia pode ser local e aplicada no próprio ambulatório. 

A primeira biópsia a vácuo do mercado é o Mammotome, que vem se tornando referência internacional devido aos estudos positivos já realizados até aqui. No Brasil, ele é distribuído exclusivamente pela Imex em dois modelos: o Mammotome Revolve e o Mammotome Elite (versão portátil).

Não há dúvida, portanto, do quanto os avanços da medicina conseguem refletir nas altas taxas de cura para o câncer de mama. Entretanto, a medicina não trabalha sozinha e o diagnóstico precoce continua sendo indispensável, o que depende diretamente da iniciativa da mulher em realizar o autoexame e os exames de rotina. 

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