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14 maio

Com a vacina contra a Covid-19, já dá para baixar a guarda?


A vacina contra a Covid-19 trouxe alento para o mundo. Afinal, ela representa a oportunidade real de minimizar os efeitos da doença e reduzir consideravelmente o número de mortes.

No entanto, o acesso à vacina ainda não é uma realidade a todos os brasileiros. A maior parte ainda está muito distante de ser imunizado e é justamente por isso que não se deve baixar a guarda. Embora seja um alívio, a vacina não é um passe de mágica. Ela não faz o vírus desaparecer. 

Pelo contrário. O vírus segue ativo e circulando por aí, deixando todo mundo tão exposto quanto sempre esteve. A diferença é que alguns (os vacinados) têm menos chances de desenvolver as consequências mais graves da doença. 

Não foi por acaso que, por exemplo, o vírus mudou de foco. Os idosos (agora já imunizados) deixaram de ser o alvo principal da doença e deram lugar aos mais jovens. Pessoas saudáveis e sem comorbidades. 

E até que isso aconteça, ninguém está livre. A possibilidade de infecção não está descartada, nem mesmo a transmissão do vírus. Já se fala, inclusive, em uma terceira onda de Covid-19 chegando junto com o inverno.

Como age a vacina contra a Covid-19?

A vacina contra a Covid-19 foi desenvolvida em tempo recorde na história, graças ao esforço coletivo de muitos cientistas. Várias versões foram criadas. No Brasil, estão disponíveis três delas:

  • CoronaVac;
  • Oxford-AstraZeneca;
  • Pfizer-BioNTech.

Apesar de diferentes, todas elas possuem um ponto em comum: evitar que o vírus se reproduza no corpo humano e permitir que a pessoa vacinada produza defesas ou anticorpos. Embora seja uma arma para combater a infecção, a vacina não mata o vírus.

Para isso, elas foram desenvolvidas a partir do mesmo material genético do vírus. No caso, o paciente é injetado com uma pequena porção desse material, o antígeno. Essa porção é suficiente para infectar as células humanas e estimular o corpo humano a desenvolver anticorpos naturais para se defender do agente. Assim, se for infectada pelo vírus, o organismo da pessoa vacinada irá imediatamente reconhecer o agente e trabalhar para expulsá-lo, evitando a sua proliferação.

O que fazer após tomar a vacina?

Embora a vacinação avance um pouco a cada dia, os brasileiros ainda estão longe da chamada imunidade de rebanho. Afinal, a vacina não age como um remédio para a dor, causando alívio imediato, por exemplo. Para que ela possa fazer efeito e finalmente mostrar a que veio, boa parte da população deve estar imunizada. Inclusive com a segunda dose. 

Até lá, a rotina de cuidados deve ser mantida, portanto. Todos os protocolos sanitários e de segurança recomendados desde o início da pandemia continuam sendo necessários para evitar contágio e transmissão da doença:

  • uso de máscaras;
  • distanciamento social;
  • higienização das mãos com água e sabão ou, então, álcool em gel.

Além disso, é importante considerar também:

  • evitar aglomerações;
  • manter os espaços da casa ventilados;
  • limpar as superfícies;
  • higienizar os objetos que entram em casa.

Portanto, ainda que você tenha tomado a vacina, é essencial que tenha consciência coletiva para proteger da Covid-19 aqueles que ainda não receberam nenhuma dose. Ainda não é hora de descuidar das medidas de proteção. Faça a sua parte!

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