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07 mar

Detector Digital: avanço da tecnologia melhora a precisão nos exames

 

Ao longo dos anos a medicina tem evoluído e buscado maneiras de melhorar a qualidade de vida das pessoas. Conforme as pesquisas na área avançam, a tecnologia é aperfeiçoada e isso impacta diretamente no bem-estar dos pacientes. Mesmo exames tradicionais, como a radiologia, passaram por diferentes atualizações para garantir mais segurança nos atendimentos e também às equipes das clínicas. 

Hoje, é possível converter raios X em digital com ajuda do detector digital, por exemplo. Uma mudança tranquila e acessível é capaz de oferecer uma precisão muito melhor. A adaptação com ajuda deste aparelho evita a necessidade de repetir os exames, além de evitar a exposição das pessoas à radiação, que era uma preocupação constante na medicina até poucos anos atrás. 

O raios x tem contribuído para a medicina desde o século 19 quando foi descoberto pelo físico alemão Wilhelm Conrad Röntgen. Seu uso resultou em um exame não invasivo que ajudou principalmente em diagnósticos de tumores e traumas e melhorou a qualidade de vida dos pacientes. 

A digitalização desse processo começou na década de 1980. Hoje, o  uso do detector digital evita o uso de filme radiológicos, tornando também o exame mais sustentável e preciso. Na radiologia digital, os raios x são absorvidos por um sensor digital composto por uma placa de circuitos sensível à radiação. É essa placa que irá gerar os sinais elétricos transmitidos para o computador e processados até serem transformados em uma imagem em pixels.

Diferenciais da digitalização

A Imex Medical Group tem no mercado dois detectores digitais que garantem a conversão de um aparelho tradicional em digital: Os detectores digitais Mars e Venus, que, possuem Flat Panel de campo total com conexão sem fio e sensor anti-choque.

Vantagens:

Mobilidade: Extremamente prático e leve, pode ser utilizado dentro das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), resultando em maior rapidez nos resultados e reduzindo o deslocamento do paciente dentro dos centros hospitalares, evitando com que o vírus circule entre profissionais da saúde e demais pacientes;

Adaptação: Podem ser usados de forma fixa ou móvel, a bateria ou conectado a uma fonte;

Rapidez: São capazes de obter imagens pré-processadas em 5 segundos, de forma manual ou automática;

Precisão: Através do exame é possível identificar modificações na anatomia, como a opacidade pulmonar. Também permitem ajustes de brilho, contraste, latitude, zoom, rotação, inversão de imagem, anotações, medidas de distância e ângulo, sem prejuízos ao raw data; 

Menos radiação: Utiliza doses menores de radiação, se comparado a outros processos.

Com ajuda dessa tecnologia, os aparelhos de raios x trazem melhorias significativas. Para ter uma ideia, a digitalização possibilita que médicos consigam analisar a região interna dos tecidos humanos, o que é grande uma limitação do aparelho tradicional. 

O sistema anti-choque também evita distorções e a imagem em pixels tem uma resolução muito melhor. Para os pacientes, os benefícios são a entrega dos resultados com mais rapidez, permitindo que iniciem o tratamento muito mais cedo e também evitando que eles tenham que se expor à radiação mais tempo do que o necessário. Esse cuidado com a qualidade de vida dos clientes é um diferencial para clínicas e hospitais. 

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