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28 jul

Exame de raio X: 11 tipos diferentes e os modelos disponíveis no mercado

 

O exame de raios X, ou radiografia, é o método que ajuda o médico a diagnosticar fraturas e tumores internos que não são aparentes no corpo humano ou visíveis a olho nu. Quando isso acontece, o profissional solicita a realização do procedimento para confirmar a sua suspeita clínica ou, então, dar uma orientação mais precisa do que pode ser o problema que o paciente está enfrentando.

Assim, o exame de raios X permite, ao médico, ter uma visualização nítida do interior do corpo, tanto nos tecidos moles (como os órgãos) quanto nos tecidos duros (como os ossos), sem que haja necessidade de qualquer tipo de corte na pele. Trata-se, portanto, de um procedimento excelente para auxiliar no diagnóstico das mais variadas doenças – muitas vezes, de forma precoce. 

O exame de raios X faz uso de radiação ionizante para obter imagens do corpo. É como se o procedimento proporcionasse uma fotografia em escala de cinza, em que aparecem órgãos, músculos, tecidos e vasos sanguíneos, por exemplo. A partir daí, é possível investigar, confirmar ou descartar suspeitas clínicas. Essa informação é fundamental para a ação terapêutica que virá a seguir. Quanto mais precoce a identificação da doença, mais adequado e ágil será o tratamento de saúde prescrito ao paciente. 

Como é feito o exame de raios X

O exame de raios X é um procedimento rápido, simples e indolor. Para fazê-lo, o paciente deve posicionar a parte do corpo a ser examinada em um equipamento específico, que pode ser fixo ou móvel e é operado por um técnico em radiologia.

Quando ele aciona um gerador, o aparelho emite uma radiação ionizante – partículas que atravessam o corpo do paciente e são absorvidas pelas estruturas anatômicas. Elas refletem em uma chapa que é colocada sob o paciente e cujo material é sensível à radiação. É o que garante o registro das imagens.

A imagem final apresenta diferentes cores (tons de cinza, preto e branco), que refletem o grau de dificuldade com que os raios atravessam o corpo. Isso acontece porque a radiação chega de diferentes formas e intensidade nos diversos tecidos que compõem o corpo. Aqueles mais densos, como os ossos, por exemplo, são os que absorvem a maior quantidade de radiação, gerando imagens mais claras. Por outro lado, os tecidos mais moles, como os órgãos, aparecem num tom mais escuro.

Os principais tipos de raios X

O exame de raios X é um dos procedimentos para diagnóstico de imagem mais amplos que existem. Ele pode ser realizado em diversas partes do corpo, com finalidades diagnósticas muito diferentes umas das outras. 

Por isso, existem diferentes tipos de raios X que permitem observar uma série de tecidos. Veja 11 deles.

  1. Exame de raios X do tórax

Os raios X do tórax avaliam órgãos como costelas, pulmões e coração, ajudando a identificar doenças respiratórias como pneumonia, tuberculose, câncer de pulmão e doença pulmonar obstrutiva crônica, por exemplo. Assim, ele costuma ser usado quando o paciente apresenta sintomas como tosse persistente, dor no peito ou falta de ar. Também pode ser indicado nos casos em que há suspeita de doença cardíaca. Em alguns casos, os raios X de tórax conseguem identificar, até mesmo, a incidência de câncer de mama.

  1. Raios X do abdome

Este tipo de exame de raios X é considerado um dos mais completos que existe, pois consegue abranger uma série de órgãos, como rins, intestino, bexiga, fígado e estômago.

Por isso, ele é o melhor método para detectar problemas no trato digestivo. 

Costuma ser solicitado nos casos em que o paciente apresenta náuseas, vômito, diarreia, gases e sangue na urina. Também é realizado quando um objeto é engolido, ajudando a mostrar a localização dele no organismo.

  1. Raios X renal

É usado quando o médico precisa avaliar a condição dos rins do paciente para identificar alterações, como pedra nos rins, acúmulo de cálcio na região (nefrocalcinose) e presença de tumores. Este tipo de exame costuma ser solicitado quando são relatados sintomas como dor abdominal e dor ao urinar, por exemplo.

  1. Raio X da coluna

O procedimento serve para avaliar as vértebras e os espaços invertebrais. Para isso, é dividido em quatro exames diferentes que avaliam, cada qual, uma parte específica da região da coluna: 

  • dorsal;
  • cervical;
  • lombar-sacral;
  • lombar. 

O procedimento costuma ser indicado para pacientes que relatam dores na coluna e traumas na região, ou, então, possuem algum histórico de desvios de coluna. Assim, ele consegue identificar patologias, como luxações, hérnia de disco, lordose e escoliose, por exemplo.

  1. Exame de raios X do crânio

O exame de raios X do crânio é capaz de fornecer uma série de possíveis diagnósticos. É o caso, por exemplo, de fraturas, calcificação, tumores benignos e malignos e anomalias congênitas (originadas no nascimento).

  1. Raios X de ossos

O procedimento ajuda a identificar doenças como fraturas, infecções, osteoporose, câncer nos ossos e também a presença e a evolução de quadros de artrite. 

  1. Raios X da bacia

O exame consegue detectar patologias como osteoporose, artrose, sacroileíte (inflamação no sacro ou osso ilíaco), doença de Paget (conhecida como ossos frágeis) e espondilite anquilosante (uma espécie de artrite inflamatória na região).

  1. Raios X do ombro

O exame de raio X do ombro é um dos tipos mais específicos que existem, principalmente porque se concentra em uma pequena região do corpo: as estruturas anatômicas da clavícula, omoplata e úmero. O procedimento costuma ser indicado quando há suspeita de luxação, fratura, calcificação, tendinite calcárea ou artrose na região.

  1. Exame de raios X do joelho

Uma série de patologias que acometem o joelho conseguem ser identificadas a partir de um raio X. É o caso, por exemplo, de artrose, tumores ósseos e a chamada Doença de Osgood-Schlatter (lesão causada por esforço repetitivo na infância).

  1. Raios X da face

Com o exame de raios X da face, é possível identificar lesões na região dos seios da face, que correspondem à área ao lado do nariz, abaixo dos olhos e início da testa, logo acima da sobrancelha. O procedimento, neste caso, é muito eficiente para diagnóstico de sinusite, por exemplo. No entanto, pode ser empregado também quando há sinais de anormalidade no crescimento e falta de assimetria de qualquer parte do rosto, como na mandíbula e no osso maxilar.

  1. Raios X odontológico

Além dos médicos, os dentistas também podem pedir exame de raios X aos pacientes. No caso, o procedimento é específico para o interior da boca e gengiva, ajudando a observar melhor os dentes e as estruturas da boca que os apoiam. Com isso, é possível visualizar a mandíbula e a posição de alguns dentes, como os sisos, e identificar cáries e verificar se há cavidades e outras deformações.

Os melhores modelos disponíveis no mercado

A Imex Medical Group, maior empresa no segmento de equipamentos de diagnóstico por imagem do país, disponibiliza três opções de aparelhos de raios X no mercado – dois deles no modelo móvel (o Mob Easy e o Moby Smart). A ideia é tornar o equipamento acessível a todos os tipos de necessidades e estabelecimentos.

  1. Modelo fixo: o Innovision

O Innovision é o modelo fixo de exame de raios X fabricado pela Imex. Ainda assim, foi desenvolvido pensando em instituições que possuem espaços compactos e tetos baixos para receber o aparelho. 

A mesa radiográfica possui tampo flutuante para permitir a movimentação necessária na hora de posicionar o paciente sobre o detector. Além disso, o tubo com angulação tem 180º, facilitando a realização do exame em pacientes que estão em cadeira de rodas e macas, por exemplo.

O aparelho também oferece imagens de alta definição e transferência de dados sem interrupções. O software é fácil e intuitivo. O médico pode, por exemplo, selecionar o campo de visualização desejado a partir da região anatômica ou, então, em uma lista de procedimentos. Além disso, as imagens podem ser manipuladas a partir de ferramentas de medição, angulação, brilho, contraste, anotações e marcações.

  1. Modelo móvel: o Mob Easy

O Mob Easy é o mais novo exame de raios X digital móvel da Imex. É leve, flexível, de fácil movimentação, com estrutura compacta e totalmente livre de fios.  Ele também é ideal para espaços estreitos e pode ser utilizado nas mais diversas condições: pronto-socorro, unidade de terapia intensiva, centros cirúrgicos, centros de ortopedia e pediatria neonatal.

A ausência de fios também reflete na própria captação de imagens. Isso porque o detector digital pode ser acionado por wireless (sem fio), gerando imagens de alta resolução. O aparelho também é equipado com bateria de lítio de alta qualidade, o que permite recarga em menor tempo e uma vida útil mais estendida. 

  1. Modelo móvel: o Mob Smart

O Mob Smart é outro aparelho de raios X móvel fabricado pela Imex. Assim como o Mob Easy, também pode ser usado nos mais diversos espaços do ambiente hospitalar.

A bateria possui alta capacidade e longa duração, e o tempo de carregamento é curto. As imagens são processadas rapidamente, atendendo a várias extensões de informações.

Além disso, conta ainda com um sensor de tensão (que permite movimentação suave e velocidade variável do sistema de motorização) e um sensor anticolisão (que aciona o freio, travando-o automaticamente).

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